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16º Campo de Férias da APDP

É o 16.º encontro de verão da APDP dirigido a jovens com diabetes tipo 1. Conheça o testemunho de alguns dos participantes.

O Campo de Férias da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) reuniu, de 28 de julho a 2 de agosto, na Quinta do Crestelo, em Seia, 20 jovens com idades entre os 13 e os 17 anos, quatro monitores entre os 21 e os 31 anos, e uma super-monitora, todos com diabetes tipo 1.

 

OBJETIVOS

“O principal objetivo deste encontro foi o convívio entre jovens com diabetes tipo 1, proporcionando o conhecimento de outras pessoas com a mesma doença e a troca de experiências e aquisição de autonomia”, refere a médica da APDP Sofia Castro, que frisou a importância de estes encontros permitirem aos jovens “aprender com a equipa técnica sobre como atuar em situações concretas do dia a dia”.

 

AÇÕES NO TERRENO

O grupo de jovens com diabetes tipo 1 foi orientado durante os seis dias do encontro de verão, por uma equipa técnica constituída por dois médicos, dois enfermeiros, uma dietista, uma psicóloga e uma auxiliar.

O programa incluiu atividades tão diversas como slide, escalada, rapel, canoagem e paintball. Mas não só, como salienta a médica da APDP Sofia Castro: “Todos os dias houve um período dedicado a formação.” Os temas abordados foram: “Como contar aos outros que tenho diabetes?” (sessão dinamizada pelo Núcleo Jovem APDP), “Contagem de Hidratos de Carbono”, “Conversas sobre Diabetes” (hipoglicemias, hiperglicemias, cetonemia, exercício, entre outros assuntos escolhidos pelos jovens) e “MAPA da Diabetes tipo 1.”


 

GERIR A DIABETES

A médica da APDP Sofia Castro explica ainda que “os Campos de Férias são locais privilegiados para estreitar relações entre jovens e equipa técnica e permitem à equipa ter uma intervenção mais prática e ‘in loco’ no ensino ao jovem sobre a gestão da sua diabetes”.

Por seu turno, Alexandra Costa, super-monitora, avança: “Atualmente sou monitora do campo de férias da APDP, mas quando tinha 12 anos e diabetes há um ano e meio fui participante e garanto que essa semana mudou para sempre a minha vida e a minha perspetiva de como viver feliz e saudável tendo diabetes tipo 1.”

A também coordenadora do Núcleo Jovem APDP, explica a importância de trocar experiências com jovens da mesma idade. “Passamos 24 horas uns com os outros e com a equipa de saúde, o que nos leva a tomar decisões sobre a nossa terapia em conjunto, no momento, e aqui a aprendizagem é de caráter prático e ficamos, sem dúvida, com maior capacidade de decisão perante cada situação do nosso dia a dia.”


 

RELATOS DOS JOVENS

A autoconfiança e a autonomia na gestão da diabetes são os principais ganhos do Campo de Férias da APDP.

Bruna Simões, com 16 anos de idade, residente no Entroncamento, acredita que a iniciativa foi útil para a sua gestão diária da diabetes. “O encontro serviu para aprender com os médicos e com os enfermeiros especialistas”, explica a jovem, continuando: Também nós, [jovens], aprendemos muito uns com os outros, o que é bom para as experiências que vamos ter ao longo da vida.”

Da mesma opinião, Luís Carreira, com 14 anos, de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, realça a importância que para si teve encontrar outros jovens com diabetes tipo 1: “Um aspeto positivo é que fiz novas amizades e que nos compreendemos melhor por termos a mesma doença. Agora tenho outra noção do que é ter diabetes e sei o que devo fazer para a controlar.”


 

O QUE DIZEM OS JOVENS

“O encontro serviu para aprender com os médicos e com os enfermeiros especialistas. Também nós, [jovens], aprendemos muito uns com os outros, o que é bom para as experiências que vamos ter ao longo da vida.”

Bruna Simões, 16 anos, Entroncamento

“Um aspeto positivo é que fiz novas amizades e que nos compreendemos melhor por termos a mesma doença. Agora tenho outra noção do que é ter diabetes e sei o que devo fazer para a controlar.”

Luís Carreira, 14 anos, Reguengo do Fetal

“Passamos 24 horas uns com os outros e com a equipa de saúde, o que nos leva a tomar decisões sobre a nossa terapia em conjunto.”

Alexandra Costa, super-monitora

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